domingo, 29 de janeiro de 2012

2012 promete ser o ano do Big Data

(http://computerworld.uol.com.br/gestao/2011/12/30/2012-promete-ser-o-ano-do-big-data)
Por Computerworld (Portugal)
Publicada em 30 de dezembro de 2011 - 18h16
Atualizada em 30 de dezembro de 2011 - 18h23
Segundo os analistas, as companhias serão mais pressionadas a encontrar soluções para gerenciar a montanha de informações.
O crescimento exponencial dos dados dentro das empresas está criando um novo cenário para 2012. Segundo os analistas, as companhias serão mais pressionadas a encontrar uma solução para dominar o volume de informações que aumenta a cada segundo, principalmente com o avanço das mídias sociais e dos conteúdos multimídia.
O fenômeno Big Data levanta questões importantes que precisam ser resolvidas com urgência para evitar atrasos para as organizações, dizem os especialistas.
Eles afirmam que o próximo ano é definido como uma grande oportunidade para as empresas se integrarem neste ambiente novo.
O termo Big data é usado para denominar o crescimento exponencial dos dados que as empresas precisam ou podem tratar para extrair informação útil. O maior desafio é a análise de dados não estruturados.
O conceito dá um peso grande ao volume de informações que precisa ser administrado e que os departamentos de TI terão de se concentrar para resolver essa questão. Eles terão de classificar dados importantes para os negócios e estabelecer meios para acesso.
Os analistas do Gartner alertam que esse trabalho implicará um investimento maciço nos próximos dois ou três anos. Servirá sobretudo para resolver outros problemas como a melhoria da infraestruturas de TI, que pode não estar preparada para esse fenômeno.
Mas 2012 será um ano decisivo na evolução para um novo ambiente por muitas outras razões. O volume de informação digital crescer no mundo inteiro a uma taxa anual de 59%.
É um aumento baseado no crescimento das transações e outros tipos de dados mais tradicionais, mas também na emergência de novos tipos de dados, especialmente de multimídia e de streaming. O elevado volume de dados poderá causar problemas de armazenamento.
Mas a diversidade de dados também leva a problemas sobre a sua análise. O Gartner afirma que os líderes de TI sempre tiveram problemas em administrar grandes volumes de informação transacionais.
Contudo, hoje há cada vez mais informação para analisar, principalmente produzidas pelas mídias sociais e pelos dispositivos móveis. As dificuldades de análise aumentam com a adição de dados não estruturados como e-mail, vídeo e imagens.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

COMPUTERWORLD - Missão TI: controlar montanha de dados

(http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/04/07/missao-ti-controlar-montanha-de-dados)
Por Redação da Computerworld-EUA
Publicada em 07 de abril de 2011 - 07h30
Informações corporativas crescem de forma exponencial e demandam ferramentas avançadas.
A oportunidade de controlar os processos que fazem análise em lote e em tempo real das montanhas de informação existentes na forma de dados não estruturados é, para a área de tecnologia de informação (TI), uma chance de se firmar de vez como agente de negócios. E as ferramentas que estão surgindo para essas finalidades são as que desenham esse cenário para TI. Um dos destaques é a plataforma em código aberto Apache Hadoop.
Especialistas do mercado explicam que as empresas sentem cada vez mais a necessidade de aprimorar a análise das enormes quantidades de dados estocados em bancos de dados paralelos para saber tudo sobre o hábito e a necessidade dos clientes. Isso permite que as companhias trabalhem melhor o planejamento estratégico e a noção de marketing.
A montanha de informações (que os norte-americanos chamam de big data) abrange todas as coletadas nos sistemas computacionais internos, as de transações financeiras e buscas na web, metadados de e-mail, consultas a mecanismos de busca, além de atividades em redes sociais.
De acordo com levantamentos do cientista chefe da empresa de cloud Joyent, Jason Hoffman, somente no ano de 2010 foram gerados 1,5 bilhão de Terabytes em informações do gênero. As companhias, coletivamente, preencheram espaços de armazenamento com cerca de 16 milhões de Terabytes de dados no mesmo ano.
Algumas companhias já estão encontrando maneiras de dissecar os dados com as ferramentas mais modernas. A Barnes & Noble, por exemplo, iniciou a análise de todas as informações possíveis de seus clientes virtuais para deliberar seus comportamentos e fatores determinantes para suas decisões de compras.
Segundo o vice-presidente de retenção de mercados e fidelidade, Marc Parrish, os logs web que indicavam como os usuários estavam utilizando leitores e livros eletrônicos, produziram 35 Terabytes de dados em 2010 e devem gerar mais 20 Terabytes em 2011. “Já tomamos decisões importantes, com o auxílio de ferramentas de análise, sobre os próximos passos da empresa e sobre como lidar com o imaginário do cliente.”
Em outro caso, a rádio norte-americana National Public Radio (NRP) utiliza ferramentas de relatórios para manter controle sobre os conjuntos de dados em constante crescimento e determinar tendências sobre o uso do website. O software utilizado cria logs e métricas, além de capturar dados e índices de outras aplicações, servidores e rede, tudo em um único repositório que pode ser pesquisado.
A NPR estava usando o software de análise web Omniture, mas a analista de métricas da NPR, Sondra Russel, sentiu que a ferramenta não era suficiente para lidar com os volumes de dados em constante crescimento da organização. “Eu só queria saber quantas vezes alguém ouvia a um determinado programa e um período de tempo determinado”, diz Sondra. “Com o Splunkt, nosso novo software, não há mais atrasos entre a aparição dos dados em uma pasta de consulta e a aparição dos mesmos dados em relatórios. Posso ter gráficos de demonstração sem precisar de uma semana de preparação”, conta.
O analista da RedMonk Stephen O´Grady, aponta que o mercado será dos sistemas de gestão de bancos de dados projetados para trabalhar com múltiplos tipos de dados e fontes. Ele afirma que a plataforma Apache Hadoop, por exemplo, já é usada por grandes bancos, empresas de publicidade, além das indústrias de ciências e farmacêutica.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Mercado global de BI crescerá quase 10% neste ano

Fonte: ti inside

O mercado mundial de software de business intelligence (BI) tende a gerar receita de US$ 10,8 bilhões neste ano, apurando uma expansão de 9,7% na comparação com 2010, segundo estudo divulgado nesta sexta-feira, 18, pelo Gartner.

A consultoria aponta que o segmento continuará a registrar avanço nos próximos três anos, porém este deve ser menos acelerado até 2013, mas ainda sim ficando na casa de um dígito alto.

De acordo com o Gartner, o mercado de BI será um dos setores da indústria de software corporativo que terá crescimento mais intenso, apesar do aumento lento da economia na maioria das regiões do globo. As empresas continuam a recorrer ao BI como uma ferramenta vital para concretizar negócios de maneira mais inteligente, ágil e eficiente, disse a consultoria.

"O contínuo crescimento dos investimentos em BI é um sinal da importância estratégica da ferramenta", acrescentou Ian Bertram, vice-presidente do Gartner.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Quase 30% dos softwares empresariais são open source

Fonte: ItWeb
por Alison Diana | InformationWeek EUA
14/02/2011
Flexibilidade, aumento da inovação, menor tempo de desenvolvimento e processos mais rápidos são as principais razões para usar a opção

Os softwares de open source continuam a ganhar força nas empresas. Mais da metade dos questionados em uma pesquisa dizem que eles adotaram o software como parte de sua estratégia de TI, de acordo com um novo estudo do Gartner.

Durante os últimos cinco anos, as empresas têm estendido a sua adoção de software open source (OSS) em detrimento ao próprio software, de acordo com a pesquisa do Gartner. Há cinco anos, o open source representava menos de 10% do portfólio de software das empresas, mas é esperado que represente mais de 30% nos próximos 18 meses. Ao mesmo tempo, aumentou a utilização de software desenvolvido internamente, sugerindo que o OSS agora é mais usado junto a softwares customizados, e não como uma substituição total de software escrito sob encomenda.

Contudo, apesar da popularidade crescente do open source, apenas um terço dos participantes tem uma política de OSS, disse o relatório. Flexibilidade, aumento de inovação, menor tempo de desenvolvimento e processos mais rápidos de contratos foram os motivos que impulsionaram a adoção de quase um terço dos entrevistados citando essas razões como os motivos para a adoção.

No estudo, 22% adotaram consistentemente o OSS em todos os departamentos da empresa, enquanto 46% estão usando o OSS em departamentos ou projetos específicos. É esperado que o uso cresça, já que 21% dos questionados disseram que estão em processo de análise das vantagens.

O Gartner ainda descobriu que outros setores, tais como saúde, também estão adotando as soluções. Enquanto organizações médicas investem em registros de saúde eletrônicos (EHRs) e as trocas em informações de saúde (HIEs), alguns estão considerando a open source como uma proteção contra o lock-in do fornecedor.

Em novembro, por exemplo, o Department of Defense Health Information Management System (DHIMS) contratou o programa com open source HIE que desenvolve Mirth para empresas de software e suporte de desenvolvimento em implementação do Mirth Connect.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Fórum Goiano de Software Livre


A Cogniz estará presente no Fórum Goiano de Software Livre

No dia 11 de dezembro das 15:00 às 16:00, o consultor Bruno Póvoa Leal, estará presente no Fórum Goiano de Software Livre, onde ministrará uma palestra sobre a ferramenta de BI Open Source Pentaho. Nessa palestra serão apresentadas suas principais funcionalidades e as vantagens de adotá-la em empresas públicas ou privadas.
O fórum será realizado na Faculdade Cambury - Av T-2, 3531, Setor Sol Nascente, Goiânia - GO.

Confira a programação completa: http://fgsl.aslgo.org.br/fgsl7/papers/pub/programacao.php 

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

E-commerce no país cresceu 40% no primeiro semestre

Acompanhe as notícias também pelo site www.cogniz.com.br, ou assine a nossa RSS

Fonte: IDG Now!

De acordo com pesquisa "WebShoppers", faturamento do setor foi de R$ 6,7 bi, aumento de 40% em relação aos R$ 4,8 bi do 1º semestre de 2009.
Os primeiros seis meses do ano foram aquecidos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados da 22ª edição do relatório “WebShoppers”, elaborado pela e-bit, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o faturamento do setor foi de R$ 6,7 bilhões, aumento de 40% em relação aos R$ 4,8 bilhões do primeiro semestre de 2009.
Depois de passar praticamente inabalado pela crise global que afetou a economia do final de 2008 até meados de 2009, o e-commerce vem se fortalecendo.
Segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o primeiro semestre do ano foi turbinado pela Copa do Mundo. “A primeira metade de 2010 foi excelente em faturamento. Com certeza, a Copa influenciou os resultados, já que as pessoas adquiriram produtos de maior valor agregado, como TVs de tela plana. Além disso, por conta do final da redução do IPI, os consumidores decidiram antecipar a compra de produtos de linha branca para aproveitar impostos ainda reduzidos”, disse Guasti.
As categorias de produtos mais vendidas no 1º semestre foram: ‘Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais’;‘Eletrodomésticos’; ‘Saúde, Beleza e Medicamentos’ e ‘Informática’ e ‘Eletrônicos’. A compra média foi de R$ 379.
De acordo com a pesquisa, o setor caminha a passos largos para mais um recorde de faturamento, já que, historicamente, a segunda metade do ano é geralmente mais relevante e pode representar até 55% do faturamento total do canal. No 2º semestre, espera-se que as lojas virtuais alcancem R$ 7,6 bilhões em vendas de bens de consumo – isso sem incluir a venda de automóveis e sites de leilão virtual.
Com isso, a projeção é que o faturamento seja de R$ 14,3 bilhões ao final de 2010, um crescimento de 35% em relação a 2009, quando o setor faturou cerca de R$ 10,6 bilhões. Esses números também superariam a previsão inicial feita pela e-bit e março, de R$ 13,6 bilhões.
Em 2010, o número de pessoas que fizeram pelo menos uma compra na internet deverá aumentar consideravelmente, diz o estudo. A projeção é de 23 milhões de e-consumidores. Ao final de 2009, a e-bit havia registrado 17,6 milhões. Na última Copa do Mundo, na Alemanha, havia apenas 6 milhões de "e-shoppers".
De acordo com os dados levantados pela e-bit, cerca de 55% dos e-consumidores que fizeram uma compra pela internet estimulados por rede social são mulheres, o que pode indicar maior propensão do público feminino em ser seduzido pelas ofertas ou recomendações nesse canal.
No comércio eletrônico em geral, a divisão é igual: 50% são homens, 50% mulheres. Em relação  à idade, os compradores provenientes de redes sociais são, em média, sete anos mais jovens  que os do mercado: 34 contra 41. A categoria preferidas dos e-consumidores vindos de redes sociais é “Moda e acessórios”, com cerca de 20% do volume.
Pesquisa de resistência a compra
Nessa edição do relatório, a e-bit preparou uma pesquisa sobre resistência à compra, além dos principais motivos que levam o e-consumidor a não finalizar o pedido.
O estudo descobriu que, entre os e-consumidores que visitaram sites e decidiram não comprar produtos, 62% disseram ter consultado preço, valor do frete ou o custo total, além de ter procurado por promoções e descontos.
Dos entrevistados, 86% disseram que apenas olharam alguns itens e saíram da loja, não chegando a começar o processo de compra. Já 14% disseram que deram inicio, mas acabaram não concluindo o procedimento.
Para o diretor de Marketing da e-bit, Alexandre Umberti, acompanhar esse tipo de comportamento dos consumidores é de suma importância para as lojas online. “Conhecer os motivos pelos quais seus consumidores abandonam a compra pode ser uma maneira eficaz de evitar perda de receita, além de permitir traçar estratégias interessantes para fidelizar o novo e-consumidor, que está acessando o site pela primeira vez”, diz Umberti.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Novo Site Cogniz

É com muita satisfação que anunciamos o lançamento do novo site da Cogniz Inteligência de Negócios e Sistemas de Informação. Esse é mais um canal de comunicação da Cogniz com a comunidade Pentaho e de Business Intelligence em geral.

Serão disponibilizados vários recursos criados pela Cogniz para colaborar com a comunidade Pentaho do Brasil, como vídeos, guias, links e muito mais. Para começar, preparamos um Guia de Utilização do Pentaho User Console (Visão Analítica) que está disponível gratuitamente para toda comunidade à partir do endereço http://www.cogniz.com.br/index.php?option=com_jdownloads&view=viewcategories&Itemid=25.

Além do contato com a comunidade o site servirá também como interface da Cogniz com os clientes, através do site eles poderão conhecer melhor os serviços prestados pela empresa, enviar mensagens e até mesmo solicitar visitas.

Entre agora no nosso site - www.cogniz.com.br - e saiba o que a Cogniz pode fazer por você.